Gerador de CPF com Data de Nascimento
Última atualização: 20 de agosto de 2026
CPF e data de nascimento para testar sistema.
Gera o CPF válido em formato junto com uma data de nascimento dentro da faixa de idade que você escolher. Roda inteiro no navegador: nada é enviado nem guardado.
Gerar CPF com data de nascimento
Números sorteados, válidos apenas em formato. Não pertencem a pessoas reais e servem para teste de software.
Como gerar CPF e data de nascimento juntos
Escolha quantos pares você precisa, defina a faixa de idade e clique em gerar. Cada linha traz um CPF válido em formato e uma data de nascimento sorteada dentro daquele intervalo, com a idade correspondente calculada a partir de hoje.
O botão ao lado de cada linha copia aquele par isolado, e o de cima copia a lista inteira, uma linha por registro, no formato que a maioria das planilhas e dos importadores entende sem ajuste.
Passo a passo
- Informe a quantidade, de 1 até 50 por vez
- Defina a idade mínima e a máxima do intervalo desejado
- Escolha a região fiscal, se o seu teste depender disso
- Marque ou desmarque a máscara, conforme o campo que vai receber o dado
- Gere e copie, por linha ou tudo de uma vez
Por que a data não sai do número do CPF
É comum acreditar que o CPF carrega a data de nascimento em algum trecho. Não carrega. Dos onze dígitos, os oito primeiros são sequenciais dentro da região, o nono identifica a região fiscal de emissão e os dois últimos são verificadores, calculados pelo Módulo 11 a partir dos nove anteriores.
Quem precisa dos dois dados juntos para testar um sistema precisa, portanto, de duas gerações independentes. É o que esta página faz: o CPF passa pela regra de cálculo oficial e a data é sorteada respeitando a faixa de idade, sem tentar deduzir uma coisa da outra.
Quando esse tipo de dado é necessário
- Formulário de cadastro: validar se o campo aceita o formato com e sem pontuação, e se a regra de idade mínima trava quando deve
- Importação de planilha: montar um lote de teste com dezenas de registros sem digitar nada à mão
- Integração de API: alimentar o ambiente de homologação com dados que passam na validação de formato
- Teste de borda: gerar propositalmente idades no limite, como 17 e 18 anos, para ver o comportamento da regra
Em todos esses casos o dado precisa parecer real para o sistema, e ao mesmo tempo não ser de ninguém. É exatamente o que um gerador entrega.
Como o dígito verificador do CPF é calculado
Os dois últimos dígitos não são escolhidos: eles saem de uma conta feita sobre os nove primeiros, chamada Módulo 11. É por isso que um CPF digitado errado quase sempre é recusado na hora, sem consulta a banco de dados nenhum.
O primeiro verificador multiplica os nove dígitos iniciais por pesos que vão de 10 até 2, soma tudo, multiplica por 10 e tira o resto da divisão por 11. Se o resultado for 10, vira zero. O segundo repete o processo, agora com dez dígitos e pesos de 11 até 2.
Quem está testando um formulário precisa saber disso por um motivo prático: um número aleatório de onze dígitos quase nunca passa. A chance de acertar os dois verificadores por sorte é de aproximadamente 1 em 121. É essa a diferença entre digitar qualquer coisa e usar um gerador.
Gerar não é consultar, e a diferença importa
Existe uma confusão frequente entre duas operações que não têm nada a ver uma com a outra.
Gerar é produzir um número que obedece à regra de formação. Acontece offline, em milissegundos, e não depende de acesso a nada. É o que esta página faz.
Consultar é perguntar à Receita Federal se aquele número foi emitido, para quem e em que situação cadastral. Isso exige autorização, é serviço restrito e não existe versão pública gratuita. Nenhuma ferramenta que prometa consulta aberta de CPF entrega o que anuncia.
Para o trabalho de teste, gerar é o que serve, e é o suficiente: o sistema em desenvolvimento vai validar formato, não vai perguntar à Receita.
Faixas de idade que vale a pena testar
Sistema que pede data de nascimento quase sempre tem uma regra amarrada nela, e é ali que os defeitos aparecem. Vale gerar propositalmente registros nestes intervalos:
- 17 e 18 anos: a fronteira da maioridade, onde a validação costuma travar ou liberar por engano quando o aniversário é hoje
- até 12 anos: cadastro infantil, que em muitos sistemas exige responsável e muda o fluxo inteiro
- 59 a 61 anos: faixa de benefício e desconto, comum em transporte, farmácia e plano de saúde
- acima de 100 anos: caso extremo, que revela campo com limite de ano fixo e cálculo de idade que estoura
Para conferir se a diferença entre duas datas está saindo certa no seu sistema, o contador de dias entre datas serve de referência independente.
Onde o campo de CPF costuma quebrar
Depois de gerar os pares, vale usá-los para provocar os defeitos mais comuns:
- Máscara colada no banco: o campo aceita
123.456.789-09na tela mas grava com pontos, e a busca depois não encontra. Gere sem máscara e compare - Zero à esquerda perdido: CPF que começa com zero vira número inteiro em algum ponto do caminho e some um dígito
- Sequência repetida aceita:
111.111.111-11passa no Módulo 11 e mesmo assim é inválido. Um bom validador recusa as onze sequências - Duplicidade não checada: o mesmo CPF cadastrado duas vezes, porque a restrição de unicidade ficou só na tela
- Data no formato errado: o sistema espera
AAAA-MM-DDe recebeDD/MM/AAAA, ou inverte mês e dia em datas como 03/04
Formato para importar em planilha e em banco
O botão de copiar tudo devolve uma linha por registro, com o CPF e a data separados por barra vertical. Esse formato entra direto no Excel e no Google Planilhas usando a barra como delimitador, e também serve para colar num arquivo de texto que vai alimentar um script.
Se o destino for um banco de dados, o mais seguro é gerar sem máscara: guardar só os onze dígitos evita o problema de duas grafias do mesmo documento convivendo na mesma tabela. A pontuação se recoloca na hora de exibir, nunca na hora de gravar.
Quando o teste precisar de mais campos além desses dois, o gerador de dados fake monta um lote com nome, endereço e telefone junto.
O limite do que a ferramenta faz
Ela devolve um número que passa na verificação de formato. Ela não consulta a Receita Federal, não diz se aquele CPF foi emitido, não informa situação cadastral e não tem como saber se alguém no mundo possui aquele número. Para conferir se um CPF que você recebeu está bem formado, existe o validador de CPF.
E, principalmente: usar documento gerado para se passar por outra pessoa ou obter vantagem é crime. A ferramenta é de apoio a teste de software, e é assim que ela deve ser usada.
Perguntas frequentes sobre gerar CPF com data de nascimento
O CPF gerado aqui pertence a alguma pessoa real?
Não. Os números seguem a regra de cálculo do Módulo 11, que é a mesma que a Receita Federal usa para validar o formato, mas são sorteados. A chance de coincidir com um CPF emitido existe e é remota, e mesmo assim o número não vem acompanhado de nenhum dado de pessoa real: a data de nascimento também é sorteada dentro da faixa de idade que você escolher.
Para que serve gerar CPF junto com data de nascimento?
Para testar sistema. Formulário de cadastro, ficha de matrícula, importação de planilha e integração de API quase sempre pedem os dois campos juntos, e frequentemente validam se a idade bate com alguma regra, como ser maior de 18. Preencher isso à mão em cinquenta registros é lento e costuma gerar dados que não cobrem os casos de borda.
A data de nascimento tem relação com o número do CPF?
Não tem. O CPF não guarda a data de nascimento em nenhum de seus onze dígitos. O nono dígito indica a região fiscal onde o documento foi emitido, e os dois últimos são apenas verificadores. Por isso a data aqui é sorteada de forma independente, respeitando só a faixa de idade que você definir.
Usar CPF gerado para se cadastrar em algum site é crime?
Informar documento falso para obter vantagem é crime, previsto no Código Penal. A ferramenta existe para teste de software, em ambiente de desenvolvimento e homologação, e não para preencher cadastro real, abrir conta ou contratar serviço.
O que significa escolher a região fiscal?
O nono dígito do CPF corresponde à região fiscal em que ele foi emitido, e cada estado pertence a uma delas. Escolher o estado faz o gerador fixar esse dígito, o que ajuda quando o sistema testado separa registros por origem. Deixando em qualquer, o dígito é sorteado.
Os dados que eu gero ficam salvos em algum lugar?
Não. Todo o cálculo acontece no seu navegador, em JavaScript. Nada é enviado para servidor, nada é gravado e não há cadastro. Fechando a aba, o que foi gerado desaparece.